Minha História

Infância & Adolescência

Nasci em 08 de Maio de 1980.

cintia-milanese-1980Fui uma criança saudável e muito gostosa de apertar! :-)

Minha mãe até hoje é uma adepta da “comida de verdade“.

Chama-se comida de verdade: 
alimentos não processados ou pouco processados.
Alimentos naturais, isentos ou, com o mínimo de conservantes e sódio.

Fui uma criança que nunca deu trabalho para comer.

Acostumada com frutas, legumes, verduras, grãos, pouco açúcar, pouca gordura e pouquíssimo sal; comia de tudo sem fazer cara feia.

Mas sempre em pouca quantidade.

Como minha mãe trabalhava muito, eu passava muitas horas do dia sendo cuidada por outras pessoas: primas, tias e vizinhas. Foi ai que o problema se iniciou: Apanhava por deixar comida no prato. As pessoas fazem pratos montanhosos para crianças de 5, 6 anos e quer que ela coma tudo!

Eu era obrigada a comer! Ou comia, ou apanhava (chega a ser maldade fazer isso com uma criança indefesa).

Lembro que muitas vezes eu acabava de comer e passava mal por ter comido demais… :-(

Minha mãe nunca fez isso comigo, mas as pessoas que cuidavam de mim, sim.

Ouvi toda aquela ladainha que acaba marcando a gente:cintia-milanese-1986

  • É pecado deixar comida no prato com tanta gente passando fome;
  • Só vai levantar da mesa quando raspar esse prato;
  • Se não comer tudo, vai apanhar;
  • Se não comer tudo, vai ficar feia;
  • Se não comer tudo, sua mãe vai ficar triste com você… etc, etc, etc…

Conclusão: o ser humano é bastante flexível. Nos acostumamos à tudo (mais cedo ou mais tarde). E como o hábito é criado pela repetição, acabei acostumando a comer mais do que devia.

Não engordava porque fazia ballet, dançava jazz, jogava handball, enfim, era muito ativa!

Foi na adolescência que efetivamente, tive os primeiros contatos com o efeito sanfona. Engordava 5/6 kg, depois emagrecia de novo.

Passei boa parte da vida vendo isso acontecer e devo a maior parte das minhas estrias, a esse “engorda-emagrece”.

Fase Adulta: A Obesidade

Até 2006 eu pesava 58 kg.

cintia-milanese-25 anosQuando engordava um pouco, nunca passava dos 64 kg.

Na época em que tirei essa foto (ao lado), estava numa fase bastante feliz: tinha meus amigos por perto, era incrivelmente satisfeita com o meu trabalho, com meu corpo, comprometida com a minha autoestima e, estudava teatro (a maior paixão da minha vida).

Foi aos 25 anos que entrei para uma cia profissional de teatro, que oferecia peças encomendadas para escolas, cursinhos, etc… comecei trabalhar apenas com arte. Mas viver só da arte é bem difícil. Eu tinha uma remuneração razoável, porém, esporádica. Vivia com dinheiro contadinho para tudo, mas mesmo assim, me sentia completa. Nesta época também dava aulas para complementar a renda e no fim, tudo dava certo…

Aos 27 anos com 70 kg.

cintia-milanese-antes3Tive que abandonar a profissão… foi uma época bem complicada, onde minha mãe foi diagnosticada com um câncer. Tive que pedir demissão para cuidar dela. Tivemos problemas financeiros, fiquei abalada e com medo… já não me sentia realizada com mais nada e a comida aliviava toda a tensão daquela época.

27 anos, 12 kg a mais e eu nem me dei conta.

Sentia algumas roupas se apertarem, outras não me serviam mais e mesmo assim, não me enxergava gorda. Era o início de um problema que fui descobrir anos depois, “Disformia Corporal“. Eu deprimi e nem percebi… Fui perdendo a vontade de ver meus amigos, de sair de casa, de fazer coisas que me davam prazer… Não sentia mais vontade de me arrumar, sentia uma profunda saudade do passado e um vazio imenso no coração. O mundo parecia cinza, nada parecia ser bom.

Aos 29 anos com 107 kg

cintia-107kgAs vezes chorava por nada. Outras vezes comia por nada. Fumava muito. Minha mãe sarou, conheci meu marido (que mesmo presenciando meu processo de ‘engordamento’, nunquinha mesmo, me fez sentir mal por eu estar fora de forma).

Comecei sofrer de insônia e no fim das contas o saldo era: Comer mal, dormir mal, fumar muito e atacar a geladeira nas madrugadas.

Comecei sentir que não estava mais no controle. Já estava impotente diante da comida.

Ainda não conseguia assumir que estava gorda. Não me via gorda (vai entender nosso cérebro, né?).

cintia-milanese-antesAté que no aniversário de uma amiga foram tiradas essas fotos: (Dezembro de 2010 – 105 kg).

Lembro que nesse dia, antes de sair de casa, me olhei no espelho várias vezes para checar se estava bem e, via uma mulher normal.

Imaginaram como foi o choque que levei ao ver essas fotos?

Fiquei olhando por horas, sem esboçar nenhum sentimento. Não compreendia o que estava sentindo, nem o que tinha acontecido… Queria simplesmente desaparecer, sumir… Não comer nunca mais!

Queria arrancar aquela gordura toda de mim, afinal de contas, de onde veio isso?

Como eu não pude ver isso acontecendo comigo?

E comecei compreender o porquê eu não aguentava caminhar, subir escadas… eu estava gorda. Eu estava obesa e agora?! Entrei em pânico.

Senti medo de ficar assim para sempre. Não sabia por onde começar… Eu não me aceitava, repelia aquela imagem, queria meu corpo de volta a qualquer custo, então iniciou-se um ciclo de compulsões alimentares, seguidas de métodos purgativos.

UPDATE: Janeiro de 2017.

Eu não fazia ideia de que estava vivendo um transtorno alimentar.

A Busca Pelo Corpo Ideal

Em 2011 – 102 kg

cintia-102kg

Em 2014 – 80 kg

Para chegar até aqui foi muita luta!

Foram meses errando e acertando. Foram meses de crises de ansiedade, compulsões alimentares e bulimia (que eu nem sabia que tinha. Como não causava vomito, achava que tava tudo certo, mas eu me entupia de laxantes quando comia algo que não devia).

Se acessarem meus posts mais antigos, verão que o meu discurso era totalmente pró dieta: Temos que ter controle, força de vontade, controle, restrição, controle, fechar a boca, controle, academia, controle… eu não acredito em nada disso mais! Mas vocês só vão entender porque, depois de ler o resumo da saga de emagrecimento:

Eu fiz 3 meses do programa de reabilitação alimentar Meta Real, no início de 2011 –> O sistema Meta Real é bem parecido com o Vigilantes do Peso: Você vai à reunião uma vez por semana, assiste uma palestra motivacional (geralmente ministrada por pessoas que venceram a obesidade por aquele método), se pesa e recebe orientações sobre como se alimentar corretamente. Foi lá que ouvi falar de Reeducação Alimentar pela primeira vez. Nessas palestras, acabamos entendendo o que acontece com a gente… Entendemos porque comemos compulsivamente, porque comemos automaticamente, porque comemos para sentir-nos melhor, etc… Foi muito bom, me deu um norte, mas abandonei o programa na primeira recaída que tive.

Ainda em 2011, eu visitei uma psicóloga por algumas semanas –> Após emagrecer meus 10 primeiros quilos, percebi que todos notavam a diferença, menos eu. Eu fingia que percebia, mas a verdade é que eu não conseguia ver nenhuma diferença. Esta psicóloga me orientou a tirar fotos semanalmente para conseguir enxergar minha evolução e me orientou a manter um diário das emoções, para não precisar recorrer à comida toda hora. Com isso tive a ideia de criar um blog.
E em dezembro de 2011, criei o blog sob o nome de “Emagrecimento da Cintia” –> eu escrevia nele, as descobertas que fazia sobre mim e um pouco sobre como me sentia para que a psicóloga acompanhasse e eu não esquecesse de dizer as coisas nas sessões. No entanto, no mesmo mês, tive de parar a terapia por falta de grana e então, voltei a ficar por minha conta.
 
A parte boa disso foi que continuei com escrevendo e para minha surpresa, muita gente começou aparecer por aqui, relatando suas histórias que por vezes era muito comum à minha. Fiz grandes amigas virtuais! Ríamos, chorávamos e trocávamos experiências…
 
Nos anos seguintes, entre recaídas e êxitos, fiz inúmeras dietas:
  • Dieta Nota 10;
  • Dieta de 800 calorias;
  • Dieta Dukan;
  • Dieta Paleo / Primal / LCHF;
  • Dieta Viva.

Enfim… minha pressa de emagrecer era tanta, que me jogava em tudo que lia na internet. Acho que nessa minha época ativa de blog e processo de emagrecimento, a descoberta mais relevante que fiz foi do livro Pense Magro e os Comedores Compulsivos Anônimos…

PENSE MAGRO – A Dieta Definitiva de Beck
Esse livro deveria ser leitura obrigatória para todos que vão iniciar uma mudança de vida.

Existe um resumão das atividades e links para posts sobre o livro – clique aqui para ler. Os exercícios foram escritos por uma psicóloga cognito-comportamental, que aplicou o programa de 6 semanas em seus pacientes e, como os resultados foram positivos, ela escreveu o livro para que pudesse auxiliar mais pessoas…

O Pense Magro entrou como um bálsamo na minha vida, uma pena que usei ele com foco errado… O livro ensina mecanismos para conseguir sustentar / manter uma dieta (ao menos é desta forma que traduziram); o que é uma pena, já que ele é uma fonte maravilhosa de autoconhecimento do comportamento alimentar.

CCA – Comedores Compulsivos Anônimos

Por conta dos picos de compulsão (que estavam se tornando cada vez mais frequentes) – e a falta de grana para pagar psicóloga, fui procurar ajuda dos Comedores Compulsivos Anônimos. Mesmo fazendo as participações online, considero uma das melhores experiências desse processo. Foi lá que entendi minha impotência  diante da comida e descobri que estava fazendo mal para meu corpo.

Caindo na Real…

Embora possuísse todos esses conhecimentos, ainda assim, a pressa de emagrecer me cegava. Eu acabava andando em círculos e cometia sempre os mesmos erros: Fazer dieta, sofrer com as compulsões alimentares (cada dia mais frequentes), sentir culpa (me entupir de laxantes para compensar o que comi durante a crise compulsiva), cometer mais excessos e daí, começar tudo de novo.

ciclo sabotador

 A Depressão

Eu escrevi um post dando detalhes sobre meu diagnóstico, caso não goste de ler, você poderá assistir o vídeo que fiz sobre o assunto – mas, resumidamente – eu estava super deprimida, não conseguia ver graça em mais nada, só chorava e queria dormir… quando a situação começou ficar insustentável, decidi procurar um psiquiatra.

Vale ressaltar aqui, que eu tinha muito preconceito com psiquiatras e em 2013, logo que comecei a sentir que deveria procurar um, o meu preconceito foi mais forte – Poderão ver isso neste post que escrevi: Ai meu Deus, Psiquiatra?!

Para quem vai procurar psiquiatra pela primeira vez, fique atenta com o atendimento profissional e se perceber que recebeu um diagnóstico muito grave, sempre procure uma segunda opinião profissional! Leia porque, nestas duas sequências de post:

Bom, foi um longo período de tratamento e até as adaptações dos medicamentos, foram muitas compulsões e muitos quilos a mais… Eu não cheguei a engordar tudo o que havia emagrecido, mas recuperei pouco mais de 10 kg, que estagnaram no meu corpo.

O sentimento de fracasso tomou conta, as forças se esvaíram e diante de uma profunda frustração, decidi procurar uma psicóloga  e prometi a mim mesma que iria levar a sério o meu processo de autoconhecimento.

Eu não aguentava mais pensar em comida o tempo todo, eu não queria mais odiar o meu corpo – eu precisava de conexão, autocompaixão e aceitação.

TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL
BASEADO EM MINDFULNESS,
COMPAIXÃO E ACEITAÇÃO

Quando as coisas ficaram muito difíceis, me rendi à psicologia. Sempre acreditei no poder do autoconhecimento que só a psicoterapia pode proporcionar.

Considero essa reprogramação interior super importante para atingir o sucesso. Somente um profissional é capaz de nos fazer compreender os nossos padrões de comportamento, e nos dar ferramentas para desenvolver formas alternativas de lidar com eles. Eu acredito no processo, no progresso e nos resultados que fui buscar: Ficar de bem comigo.

Se você não faz ideia do que é a abordagem terapêutica citada, sendo leigo no assunto, leia os artigos abaixo:

Sendo psicólogo, leia esse artigo: Mindfulness nas Terapias Cognitivas e Comportamentais (aqui já fala sobre a ACT e Compaixão).

Bom, magreletes queridas… já escrevi muito! A quem leu até aqui, gratidão! <3

Vou ficando por aqui e te convido a acompanhar o blog, onde pretendo dividir com vocês, boas práticas de amor-próprio e autoaceitação. 🙂

Lembrando que: Aceitação Não é Resignação, ok? 

Bem-vindas!

Com amor,

Cintia Milanese.

28 Comentários


  1. Sem palavras pra descrever o que senti lendo sua história, só posso dizer que chorei em todas as fases.

    Sei o quanto é difícil de acreditar o que deixamos acontecer com nosso corpo e ficarmos obesas, mas é muito melhor saber explicar como foi que paramos de ser as vítimas das comidas e viramos amigas dos exercícios físicos.

    Parabéns por tudo Cí…

    Beijos ;*


  2. Cíntia q linda história me emocionou e me deixou muito feliz m te acompanhar.
    Bjus e mais uma vez muito obrigada.


  3. Cinthia q texto lindo e q maravilhosas descobertas a melhor q vc é atriz adorei demais.
    Beijos e mais uma vez muito obrigada


  4. Queridona, imagino o tanto de auto-análise foi preciso para escrever esta restrospectiva. Vejo que algumas lembranças são duríssimas. Mas é bom recolocar todas estas vivências em perspectiva e verificar que, se fatores externos negativos do passado nos prejudicaram, eles também nos moldaram no que somos hoje de positivo. Por exemplo, eu tenho muita compaixão pelo sofrimento alheio porque eu mesma já tive o meu quinhão de sofrimento nesta vida (por conta de outras pessoas. Se não podemos mudar o que passou, podemos aprender com o passado e fazer o nosso hoje melhor. Desejo de coração que você encontre o caminho da cicatrização do seu passado com a psicoterapia. Estou na torcida e estou sempre com a mão aberta pra você.
    Um super beijo e parabéns pela coragem de se abrir com seus leitores. tenho certeza que ajudará muita gente!
    Ótima semana!!! 🙂
    Carla Pancha


  5. Post emocionante! Amei a sua história, o modo como escreve[tão claro, sintético e explicativo] Falou de você, mas ao mesmo tempo com utilidades pública.
    Mais sorte, sucesso e força em sua caminhada.


  6. Linda sua história, parabéns e muito sucesso, muita força em busca de seu peso ideal e tudo que vai vir de bom nesse processo.
    Ler tudo valeu a pena, me senti carregada de inspiração e com ainda mais vontade de ler o Pense Magro!


  7. Cíntia querida quanto tempo tu levaste para escrever este post?? Profundo, tocando nas tuas feridas. Deve ter sido doído, mas a reflexão deve ter sido ótima!

    Amei conhecer melhor tua história e te admiro pela coragem de revivê-la aos escrever tudo isso.

    Parabéns pelo teu sucesso e força para te manter no caminho de uma vida melhor! Beijos e boa semana!


  8. Cintia. Quanto mais te conheço, mesmo que seja por esse ambiente virtual, mais viro sua fã. Vc me inspira muito, pois sempre acho que o que estou fazendo não é suficiente. Tenho mania de perfeccionismo sabe… De novembro para cá, eliminei 6,6kg, minha meta para esse ano é de 20kg, Tenho 16,6 pela frente. Não é fácil muitas vezes nos perguntamos porque passar por tudo isso. Quero começar a ler o pense magro, tenho o download, mas acho que ainda não estou pronta. Pois toda vez que inicio me saboto de alguma coisa. Vou fazer uma forcinha para começar ler esse mês. Parabéns pela sua trajetória e por partilhar sua história conosco. Um grande beijo


  9. Cintia vc hein?como sempre me motivando e dando uma força!!! Quer começar melhor a semana ? Leia esse seu relato e o ânimo volta, obrigado amiga por sempre estar do nosso lado. bjos e ótima semana


  10. Muito legal tua trajetória…

    Com certeza descrever o que vivenciamos nos ajuda muito a seguir o barco…

    Tu vai chegar lá!

    Beijo!!!


  11. simplesmente AMEI esse seu post… nem daria pra eu agora, juntar as idéias, e ver o que mais gostei, pq foi tanta coisa, que vou fazer igual na psicoterapia, vou filtrar o que li, o que pensei e depois comento melhor. Parabens e muito.. muito obrigada por compartilhar!!!

    beijus Flor
    Cris
    http://www.rumoao70.blogspot.com.br


  12. Olha apostagem ficou imensa ,mas valeu muito ter lido,sua hitória se iglala a tantas outra .,a minha por exemplo.
    Também estou na luta contra a balança.
    J`estu te seguindo.
    bjos.


  13. que linda história… exemplo de determinação e garra!!!
    adoro ler histórias de sucesso….

    e a Dra. Carla é o maximo mesmo!
    Bjo


  14. Amei sua história e me identifiquei muito. Também achei um tesouro o livro Pense Magro e estou aplicando as técnicas pra atingir meu objetivo. Já adicionei seu blog aos meus favoritos.
    Bjs


  15. Cíntia, estou nesta 'onda' de blog, ra e af há pouco tempo e minha mãe que indicou seu blog (pois ela te segue faz um tempinho). Achei simplesmente sensacional a sua história de vida! Sem contar o seu site que é incrível e a forma que você o conduz,
    Parabéns pela sua determinação, por nos incentivar e passar toda esta alegria! 🙂
    Bjus – Ari


  16. Uau..qta informação!! Muito bom…vamos ver se dessa vez eu consigo…estou desde 2009 tentando emagrecer…


  17. Qta emoção aqui.
    Parabens por ter chegado até aqui.
    Virei sua fã.
    Bjokas


  18. SEU DEPOIMENTO NOS AJUDA A TODAS QUE ESTAMOS NA LUTA CONTRA NOSSOS PRÓPRIOS MEDOS E NECESSIDADES,É SEMPRE BOM TER COM QUEM CONTAR,PARABÉNS E OBRIGADA!


  19. AMEI SUA HISTORIA, CONHECI SEU BLOG HJ,MAS AGORA VOU ACOMPANHA-LO E ER SE CONSIGO EMAGRECER BJOS…PARABENS


  20. uau.. que da hora.. amei tudo, saber um pouco da sua história e tudo mais…. e menina meus Parabéns!!!! te convido a conhecer meu blog…
    Porque eu já virei seguidora do seu… e agora apos ler isso estou super motivada…

    beijos!!!
    Simplesmente Danny


  21. Uma história de uma mulher de verdade! Com fraquezas, dificuldades, mas também muita garra e sabedoria! Adorei conhecer sua vida Cintia, te admiro ainda mais!! Espero que vc consiga atingir todas as metas que traçar, e vai conseguir!
    Beijo com carinho!
    Vivi

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